30 Março, 2007

Mais um 30 de Março de outono

E completei 25 anos. Um número considerado redondo (nunca entendi bem esse negócio de números redondos, não é tudo número?), significativo e com várias interpretações.

Quem casa e chega (ou agüenta) a 25 anos de casado comemora Bodas de Prata, quase um milagre e o símbolo do relacionamento duradouro.

25 também é um quarto de 100 (não diga). Ou seja, completei um quarto de século. Parece muito e importante.

Não sei, pela primeira vez estou me sentindo influenciado pelo aniversário. Influenciado de uma forma que ainda estou assimilando a situação. Talvez a coincidência de, finalmente, ter que me virar sozinho, tendo que me acostumar a não depender de mamãe para as coisas e tendo responsabilidades que antes não tinha, tenha surtido esse efeito também.

Efeito esse que senti dia desses, quando, sozinho em casa, caiu a ficha que saí de casa e estou construindo minha própria vida.

Estranho isso.

Deixar a infância da professora do prézinho, primeira paixão. Esquecer os amigos que já foram e não voltam mais. Largar de lado as brincadeiras de pique, mana-mula, o futebol na rua com os amigos. A cumplicidade dos irmãos de esconder as travessuras e as coisas que aprontava na escola para não apanhar em casa, e morrer com uma grana boa nisso.

Entrar para a faculdade e ver que a vida está mudando para valer e conhecer pessoas maravilhosas que influenciarão na sua vida até o fim dela.

Descobrir o primeiro amor verdadeiro e vivenciar juntos todos os planos futuros, que se apagam como a chama após se intensificar. Com o perdão da citação, Vinícius.

Ver que seus amigos estão crescendo, casando, tendo filhos, se separando e você continua na sua toada.

Planejar várias coisas e, algum tempo depois, ver que tudo veio abaixo e, com a mesma força de vontade, planejar tudo de novo.

Encarar as tristezas, como o pai que foi embora e não quis mais saber de nada, e conviver com elas, porque certas feridas não saram, apenas cicatrizam.

Enfim, olhar o futuro, correr atrás dos sonhos, dos amores e aproveitar o máximo que a vida oferece, esperando que, assim como passou o seu primeiro quarto de século, viva, pelo menos, mais meio século.

Aleluia!

Para comemorar meu quarto de século, finalmente mudei o perfil e a foto do orkut depois de dois anos.

Não é grande coisa, mas é bom mudar de vez em quando.

Crônica de um mal entendido

Véspera de aniversário e ele entra para tomar um banho depois de um dia cansativo e deixa o celular carregando.

Ao sair do banheiro nota uma chamada não atendida, no que toca o telefone novamente. Recebe os parabéns mais secos de toda sua vida. Sem entender nada, agradece (?!).

Passada meia hora, o amigo com quem racha o aluguel, retorna e diz que ligaram para ele enquanto estava tomando banho. O amigo explica que era voz de mulher e, querendo saber sobre ele, o amigo faz uma brincadeira dizendo que ele estava com “uma mina”. Antes de explicar que era brincadeira o celular é desligado.

Finalmente, ele descobre que, quando deixar o celular carregando, é bom deixá-lo desligado.

29 Março, 2007

É amanhã!

Amanhã é o Dia Mundia do Marcos!

Confira a programação:

06:00 - Acordar
06:30 - Pegar o ônibus
07:20 - Pegar o metrô
08:30 - Trabalhar
12:00 - Almoço
13:00 - Trabalhar
17:30 - Intervalo
18:15 - Pegar o metrô
19:00 - Curso
20:30 - Intervalo do curso
20:45 - Volta o curso
22:00 - Ir para Guarujá
??:?? - Chego em casa
??:?? - Durmo

Empolgante a programação, não?

Essa terceira idade...

Declarei guerra aos velhinhos de São Paulo.

Não, não vou sair atirando, espancando ou tratando mal os já tão maltratados aposentados da nação. Só “declarei” guerra.

Explico, todo mundo sabe (ou pelo menos deveria) que é obrigatório tratar bem os idosos, mas esqueceram de avisar aos bons velhinhos que eles também devem tratar as outras pessoas com respeito.

O que eu vejo de idoso folgado por aí não está escrito no papel.

No banco, eles possuem atendimento preferencial, mas, dependendo do banco, para ser atendido é preciso pegar uma senha. Como alguns não sabem (e nem procuram saber) já vão direto para o caixa para serem atendidos. É o pobre do caixa falar que eles têm que pegar uma senha para serem atendidos para, em seguida, ser xingado de tudo quanto é nome.

Nos meios de transporte não é diferente. É incrível o que eu sofro com os velhinhos nos ônibus e metrôs da vida.

Sabe aqueles bancos preferenciais para eles, deficientes e tudo mais?

Então, na ausência deles os assentos são livres, mas, às vezes por conta do cansaço, eu durmo no ônibus ou no metrô. Dia desses caí na besteira de dormir num desses assentos. Foi batata. Encostou uma senhora do meu lado e começou a falar, falar, falar. Como não prestei atenção (estava dormindo) quando acordei ela começou a me ofender e nem dar chances de defesa. Pergunto: Custava me chamar e pedir o lugar? ou, pelo menos, tentar conversar civilizadamente?

No Metrô perdi as contas de quantas cotoveladas levei nos países baixos (geralmente são baixinhos) na hora de entrar nos vagões. Eles são os primeiros a empurrar, os primeiros a xingar e os primeiros a bater.

Eu sempre respeitei os idosos, mas seria bom que eles respeitassem os outros, pois assim mereceriam mais respeito.

28 Março, 2007

Faltam 2 dias

Faltam dois dias para o Festival mundial Marcos Bonilha.

Mas não haverá eventos significativos.

Palmeiras campeão mundial?

Pois é, conseguiram banalizar o conceito de campeão do mundo.

Numa papagaiada política, anunciaram hoje que a Fifa vai reconhecer o Palmeiras como campeão mundial de 1951!

Sei lá, há méritos, mas não acho legal essa onda de reconhecer títulos que já passaram ou ficaram conhecidos com outros nomes, como é o caso da Taça Rio.

Parabéns à torcida do Palmeiras. Querendo ou não, participaram vários clubes do mundo, num critério meio estranho e o Verde levou.

Mas, na crista da onda da novidade, Fluminense, Corinthians e São Paulo vão querer que reconheçam tal título também, pois venceram a mesma Taça.

Ou seja, banalizaram mesmo o título de campeão Mundial. Só falta reconhecerem o Uruguai como Tetra campeão por ter ganho as Olímpiadas de 24 e 28.

Com isso o Palmeiras se torna o primeiro campeão do mundo.

Caso reconheçam o Corinthians, ele se torna bi-mundial sem nunca sequer ter disputado uma final de Libertadores. Até o São Caetano já disputou.

No caso do São Paulo, o Tricolor se torna o maior campeão do mundo com quatro títulos. Aliás o Tricolor pode se dar o luxo de dizer que ganhou todos os tipos de mundiais, seja Taça Rio, Toyota Intercontinental e Fifa.

Saco rasgado

Tentando limpar minha caixa de e-mails, eis que surge mais uma mensagem obra prima-literária que acho que merece publicação. Como já pedi autorização para o dono do texto, Paulo Beto, o segue na íntegra para o deleite dos leitores desse humilde blog.
Ps: Não temos fotos do dito saco rasgado ou costurado.
Pps: Andar de moto, realmente, é perigoso.
Ppps: Isso ocorreu há uns 3 ou 4 anos.

Estava atrasado para trabalhar pois havia passado no Banco do Brasil para tirar dinheiro para meu querido pai (agora sou administrador de sua vida, pois só fazia merda!!!).

Trafegava de moto pela avenida Senador Dantas quando um outro veículo, que vinha no sentido inverso, resolve atravessar a rua. Pensei que o idiota estava vendo minha moto com o farol ligado, mas não deu trela e prosseguiu.

Colidi de frente com seu Fiat Uno, sendo jogado como se fosse a Dayane dos Santos. Se estivesse nesse esporte, nunca teria conseguido fazer o duplo twist carpado com tamanha perfeição com que fiz.

Um cara muito gente boa chamado Beto (com um apelido desse, só podia ser gente boa) me socorreu e disse que caí praticamente em pé, sendo quase classificado para os jogos de Atenas. Se vissem como ficou a moto e o carro, no mínimo, pensariam que teria quebrado um braço ou uma perna. Isso no mínimo.

Mas saí andando meio atordoado e sentei na calçada chorando. Não de dor, pois só havia pequenas escoriações no braço e nas costas, mas de desespero de ver minha moto destruída (Nota do Lua: É sempre assim, a moto em primeiro lugar) e eu estar vivo.

Assim que os Bombeiros chegaram, olhei a minha calça e reparei que estava suja de sangue, bem próximo ao meu saco. Tentei ver o estrago, mas o Beto e uns caras na rua não deixaram eu ver meu saco literalmente furado.

Já dentro do carro do Resgate, os bombeiros engraçadinhos que só eles, começaram a tirar sarro de minha cara, perguntando como eu iria fazer para brincar no carnaval. Me deram dicas, falando para usar a criatividade. Folgadinhos que só, pediram pra ver se minha língua era grande, para ver se daria conta do recado.

Chegando no Pronto Socorro as brincadeiras continuaram e todo mundo ficou tirando sarro do rapaz do saco rasgado.

Quando falei pra minha Chefe dos pontos que levei no dito saco, todo mundo da empresa começou a tirar sarro de mim, via NEXTEL.

Agora todos sabem que nunca mais ficarei de saco cheio.

Só rindo para não chorar.

27 Março, 2007

Faltam 3 dias

Pois é, faltam 3 dias para o Dia Internacional do Marcos.

Infelizmente, não é feriado.

A Pessoa Errada

Esse texto já está na minha caixa de e-mails faz algum tempo. Dizem que é do Veríssimo. Não sei. Porque toda hora pula um texto na internet aqui e outro ali com nome de autor trocado ou de pessoas comuns que deram o nome do autor aos seus textos, entre outros casos.

Sinceramente, o estilo não parece ser dele, mesmo assim é legal e, por ser supostamente do Veríssimo, manterei o autor.

A Pessoa Errada
(Luis Fernando Veríssimo)

Pensando bem, em tudo o que a gente vê, e vivencia, e ouve e pensa, não existe uma pessoa certa pra gente.

Existe uma pessoa que, se você for parar pra pensar é, na verdade, a pessoa errada.

Porque a pessoa certa faz tudo certinho.

Chega na hora certa,

Fala as coisas certas,

Faz as coisas certas,

Mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.

Aí é a hora de procurar a pessoa errada.

A pessoa errada te faz perder a cabeça.

Fazer loucuras.

Perder a hora.

Morrer de amor.

A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar.

Que é pra na hora que vocês se encontrarem a entrega ser muito mais verdadeira.

A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa.

Essa pessoa vai te fazer chorar.

Mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas.

Essa pessoa vai tirar seu sono.

Mas vai te dar em troca uma noite de amor inesquecível.

Essa pessoa talvez te magoe.

E depois te enche de mimos pedindo seu perdão.

Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado.

Mas vai estar 100% da vida dela esperando você.

Vai estar o tempo todo pensando em você.

A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo.

Porque a vida não é certa.

Nada aqui é certo.

O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo.

Amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo, querendo, conseguindo.

E só assim é possível chegar àquele momento do dia.

Em que a gente diz: "Graças à Deus deu tudo certo".

Quando na verdade Tudo o que Ele quer.

É que a gente encontre a pessoa errada.

Pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra gente...
Nossa missão: Compreender o universo de cada ser humano, respeitar as diferenças, brindar as descobertas, buscar a evolução.

"Quando a gente acha que tem todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas"!

Blogs que recomendo - Estado de Circo

Hoje é aniversário de um dos blogs que mais gosto: O Estado de Circo do jornalista Rodrigo Borges.

Conheci o Circo por meio do site Grande Prêmio (ou pelo blig do gomes, não lembro). Depois que cliquei não passei um dia sem deixar de freqüentar esse blog.

Além do excelente conteúdo - diverso, irônico e muito bem escrito - lá também conheci outros blogs interessantes, como o Tudo a Declarar, Poltrona, Tudojunto, Le Bal, entre outros.

Uma curiosidade. Nunca fui a um circo, agora que fui achar um para ver como é legal.

Parabéns Rodrigo! E visitem que vocês vão gostar!

26 Março, 2007

Crônica de um relacionamento

Ele: jovem executivo em ascensão, especialista em alguma área que ninguém sabe exatamente o que é, mas que é importante e garante seu bom salário.

Ela: secretária de uma distribuidora de material de escritório e terminando a faculdade de História para compreender o mundo e quem sabe viajá-lo. Seu antigo sonho. Aliás, ela adorava sonhar.

Se conheceram na fila do cinema no shopping. Ele veio com aquele papinho besta:

- Você não é amiga da Sônia?

Claro que não era. Ela nem conhecia Sônia alguma, mas como achou ele simpático (e cara de pau, como ela gosta). Resolveu entrar na conversa do amigo de Sônia.

Depois de poucas palavras, já dentro do cinema, estavam aos amassos e beijos, onde quem olhava não sabia onde um começava e onde outro terminava. Com a liberdade do clichê básico.

O filme, “Um Beijo a Mais”, meio que já anunciava o prenúncio de um relacionamento conturbado, mas sem os risos da comédia.

Após os beijos, falaram sobre futilidades e assistiram (?) o filme. Saíram do cinema e foram comer alguma coisa. Ele, com seu carro zero KM, deixou ela, que só andava de ônibus, em casa.

Semanas depois engataram o relacionamento.

Como todo começo de namoro faziam o que todos os casais fazem: Saíam juntos, freqüentavam festas, teatros, cinemas, restaurantes. Chamavam-se por nomes bonitinhos. Ficavam até altas horas no telefone. Enfim, namoravam.

Após dois meses de namoro ela começou a reparar que ele se atrasava com freqüência e, em cima da hora, desmarcava compromissos, alegando trabalho extra, cansaço ou uma outra desculpa qualquer.

No começo entendia (como toda namorada faz no “começo”), mas com mais algum tempo de namoro, começou a ficar preocupada e desconfiada.

Numa peça que ela queria muito ver, O Fantasma da Ópera, ela, toda arrumada e na porta do teatro, recebeu a ligação dele, com a mesma história.

- Mômô (assim mesmo), não poderei ir. Beijos!

E desligou. Nem deu tempo dela gritar, espernear, argumentar ou qualquer coisa do tipo.

Não era possível, aquela era a peça que tanto queria ver. Era último dia e sairia de cartaz. Revoltada, ligou de volta no trabalho dele. Atenderam e avisaram que ele já tinha saído, no horário normal de sempre.

- Como no horário de sempre?
Os colegas de trabalho dele perceberam a mancada e, como não tinha jeito, falaram que ele sempre saía no horário, pois “hora extra era coisa de peão”.

Ela reconheceu a o estilo de falar dele e ligou na casa dele. Só ocupado.

Não queria acreditar, mas ele tinha uma amante.

Resolveu ir na casa dele, mas não pensava no que fazer, iria chorar? Berrar? Bater nele e na mulher? E se ela fosse grande, pois ela era pequena. Não tinha idéia do que fazer. “Chegando lá, eu vejo o que faço”.

Chegando na casa do namorado, entrou e, até o momento ainda não havia chorado, começou a desabar em cachoeira.

Ele estava em frente a TV segurando o controle de seu vídeo game, jogando Winning Eleven. Estava na Final.

Ela havia sido trocada por um Playstation 2.

23 Março, 2007

Chegou o fim de semana!

E ele chegou, finalmente amanhã é sábado!

Como nem tudo são flores, não descerei a serra e terei que arrumar a casa nesse fim de semana. Lavar roupas, limpar tudo, fazer trabalhos extras da empresa, enfim, o sossego é entre aspas.
Mas, já que vou ficar aqui, alguns amigos poderiam convidar para tomar um chopp, comer uma pizza, ir a uma balada, ver o Tietê, sei lá. Já estou há dois meses em SP e não saí para lugar algum ainda.

Fica a sugestão.

Provavelmente deva atualizar o blog nesses dias, mas, como acontece normalmente, desejo um bom fim de semana a todos.

Blogs que recomendo - Poltrona.TV

Estou para lançar essa seção faz tempo, mas por conta do incentivo do Alê Rocha, do Poltrona.TV, resolvi dar o pontapé inicial.

Bem, aqui vou indicar e dar uma rápida resumida sobre os blogs que leio, começando pelo próprio Poltrona que, na minha opinião, é o melhor blog sobre televisão que existe na Web.

O Poltrona.TV destrincha tudo que você possa imaginar sobre televisão, seja ela aberta ou paga, nacional ou internacional, de qualidade ou a Globo. Visitem que vale a pena, pois os comentários sobre séries, novelas, noticiários, entre outras coisas são bem pontuais e explicativos, além de ter algumas pitadas de ironia do próprio autor, que é "fã" de Lost ao extremo.

Aproveitem e deixem um comentário, pois assim que chegar a 150 mil visitantes o Alê irá sortear, entre os internautas que deixarem sua opinião, um DVD do Curtindo a Vida Adoidado. Filme-lenda da Sessão Tarde.

Só não estranhem se a página mudar de layout de repente, esse é o esporte favorito do Alê. Mas sempre muda para melhor.

Visitem sempre que vale a pena.

22 Março, 2007

Hehehe, perfeito.
Fonte

21 Março, 2007

Volta à vida normal

Estou de volta de Campinas. Depois de sumir durante cinco dias, esse blog volta à programação normal. Ou quase.

Ainda estou me readaptando às condições normais, pois depois de passar dois dias nesse lugar, fica difícil se readequar à vida cotidiana.

Só lamento ter ficado num quarto com duas camas de casal sozinho, ter me perdido inúmeras vezes dentro do hotel (senso de direção zero) e de não ter aproveitado outras regalias fodásticas que há lá. Além de ter perdido a oportunidade de ter mandado meu mini-conto ao concurso do Estado de Circo.

Mas beleza. Estava a trabalho e não podia abusar muito. Comi bem para caramba (próximos dias em regime de plantinhas, arroz e qualquer outro complemento light), me diverti com o treinamento, conheci pessoas excepcionais e virei fã da Honda (menos na F1).

Antes que me perguntem, só bebi a água de Lindóia, em copinhos hermeticamente fechados. Não tive nenhum contato com nada ligado diretamente à Campinas, nem na piscina entrei, ou seja, não fui influenciado ou afetado (epa!) pelo ambiente alegre (xi) e descontraído que a cidade pode oferecer.

Se não tiver com muito sono e não chegar muito tarde, à noitinha posto um conto no Lua.

16 Março, 2007

Agora, só quarta-feira!

Bem, chegou o fim de semana e vou para o Guarujá. Não vou a aula hoje e vou descer direto.

Por conta do trabalho, pois irei viajar, talvez o blog fique parado até quarta, o que seria um recorde negativo nesta nova fase dele, mas são ossos do ofício. Pode ser que eu entre em alguma lan para atualizá-lo, mas não sei se vai ter alguma por perto de onde estarei.

Mesmo assim, a todos e todas um ótimo fim de semana e aproveitem bem a chuva modorrenta que está caindo. Pelo sim, pelo não, estou levando uns filminhos para ver em casa.

Abraços e até quarta, ou em edição extraordinária.

15 Março, 2007

Saudades do Tim

Quase passa batido, mas hoje faz 9 anos que o síndico Tim Maia deixou o mundo terreno.

Sempre gostei do Tim, apesar de viver uma divergência musical na época. Acho que por causa daquele jeito doido dele de reclamar de tudo e, na cara dura, não ir para as apresentações (Chupa Caetano!) o tornava único. Era quase um James Brown brasileiro.

Lembro que naquele longínquo ano de 98, fiquei pensando de como houve um show e comoção nacional no enterro do Leandro, que falecera depois e, como o do Tim, ficou meio relegado a uns poucos artistas e fãs.

Hoje vejo que o gênio, apesar de pouco conhecido, sempre ficará na memória e o Leandro, com todo respeito, era só mais um cantor de uma dupla sertaneja.

Gosto muito de ouvir o Tim e, como está neste texto, ele era e será sempre o nosso rei do soul brasileiro.

Amores Mal-resolvidos

Por falta de tempo para atualizar o Lua, vai um textinho que, dizem, ser do Jabor.

Se for, muito bom, se não, básico.

Mas, mesmo sendo, minha opinão não muda quanto ao que penso dele.

Aproveitem nesse fim de tarde ensolarado.


Amores Mal-resolvidos

Olhe para um lugar onde tenha muita gente: uma praia num domingo de 40º, uma estação de metrô, a rua principal do centro da cidade.

Metade deste povaréu sofre de Dor de Cotovelo. Alguns trazem dores recentes, outros trazem uma dor de estimação, mas o certo é que grande parte desses rostos anônimos tem um Amor Mal resolvido, uma paixão que não se evaporou completamente, mesmo que já estejam em outra relação. Por que isso acontece? Tenho uma teoria, ainda que eu seja tudo, menos teórico no assunto.

Acho que as pessoas não gastam seu amor. Isso mesmo. Os amores que ficam nos assombrando não foram amores consumidos até o fim. Você sabe, o amor acaba. É mentira dizer que Não. Uns acabam cedo, outros levam 10 ou 20 anos para terminar, talvez até mais. Mas um dia acaba e se transforma em outra coisa: lembranças, amizade, parceira, parentesco, e essa transição não é dolorida se o amor for devorado até o fim. Dor de Cotovelo é quando o amor é interrompido antes que se esgote. O amor tem que ser vivenciado.

Platonismo funciona em novela, mas na vida real demanda muita energia sem falar do tempo que ninguém tem para esperar. E tem que ser vivido em sua totalidade. É preciso passar por todas etapas: atração-paixão-amor-convivência-amizade-tédio-fim.

Como já foi dito, este trajeto do amor pode ser percorrido em algumas semanas ou durar muitos anos, mas é importante que transcorra de ponta a ponta, senão sobra lugar para fantasias, idealizações, enfim, tudo aquilo que nos empaca a vida e nos impede de estarmos abertos para novos amores.

Se o amor foi interrompido sem ter atingido o fundo do pote, ficamos imaginando as múltiplas possibilidades de continuidade, tudo o que a gente poderia ter dito e não disse, feito e não fez.

Gaste seu amor. Usufrua-o até o fim. Enfrente os bons e maus momentos, passe por tudo que tiver que passar, não se economize.

Sinta todos os sabores que o amor tem, desde o adocicado do início até o amargo do fim, mas não saia da história na metade.

Amores precisam dar a volta ao redor de si mesmo, fechando o próprio ciclo.

Isso é que libera a gente para Ser Feliz Novamente.

14 Março, 2007

Só podia ser o Terra

Que o Portal Terra é o mais trash da internet brasileira todo mundo sabe.

Mas ele se supera a cada dia.

Veja as "manchetes" que acabei de ver, veiculadas ao mesmo tempo no Portal

Bimotor cai, mata quatro pessoas e é saqueado na Bahia

Jogador encerra carreira após entrada de Figo

A Fani exala sexo", afirma Diego no Big Brother 7

Música Banda lança disco com cheiro de carne podre

Calcule períodos férteis e os 'sem perigo'

Mulher Francesas são precoces e sexualmente ativas

Tinha mais, mas o tempo que levei para compilar essa, eles atualizaram o site e excluíram várias.

Noé

Pelo que vejo aqui da minha janela, parece que Noé está correndo contra o tempo para reunir os casais de cada espécie animal (motoboys, corintianos, cantores de hip-hop, sãopaulinos, etc) para colocar na arca.

Quando o Chefão Todo-Poderoso mandar o que ele está prometendo, acho que nem a arca vai agüentar.

Surreal!

(Pelo jeito está tudo normal)

Matéria surreal essa do Terra.

Conheçam a Igreja do Trance Divino (ITD).

Sério, o negócio é muito engraçado.

Fonte: Quiche de Bone

13 Março, 2007

Mudou e sumiu!

Ser leigo (cabaço, no jargão popular) é fogo!

Tentando ajustar e arrumar os problemas que vêm ocorrendo nos comentários - como leitores que não conseguem comentar e alguns vírus que estão vindo para minha caixa de e-mail -, mudei o sistema de comentários, adotando o do Haloscan.

Durante o processo os comentários mais antigos foram apagados, vai ver porque entendo tão bem de HTML, quanto de Filosofia Surrealista da Namíbia.

É uma pena, pois havia vários comentários legais.

Como consolação, estão todos salvos (até fazer outra cagada) na minha caixa de e-mail.

Agora, caso os problemas não sejam resolvidos, terei que apelar totalmente.

Testem à vontade e xinguem também.

Fora Caetano, Jabor, Mainardi, Paulo Coelho entre outros charlatões

Excelente matéria do Tutu Figurinhas, da A Arca, sobre os ícones da Cultura Brasileira que devem nos inspirar.

O que ele fala, no início do texto, sobre os supra citados no título é para se concordar e escarrar embaixo.

Vale a pena.

Ah, só para lembrar, os Zés (do Caixão e Bonitinho) colocam todos no chinelo!

Nostalgia (2)

Muito legal a dica dada pelo jornalista Flávio Gomes no seu blig.

A Rádio Good Times que toca o melhor dos anos 50, 60, 70 e 80.

Nostalgia pura, como diz na página inicial, "dos tempos em que os sonhos não tinham limites e eram azuis como as calças Lee".

Para favoritar e não tirar mais do PC.

12 Março, 2007

Tudo de novo!

Começa a semana e o blog volta ao normal.

De novas, só o fim da lua de mel com São Paulo. Nada de estresse (além do normal) só caiu na normalidade já.

Até o fim do dia, provavelmente um novo conto ou crônica será publicado.

Vai depender de meu humor/paciência (saco)/disponibilidade/inspiração e tempo.

09 Março, 2007

Ufa!

A situação ficou feia.

Trabalho, cursos (de manhã e de noite) e ainda as coisas triviais da vida para resolver.

Então, é melhor eu descer para o Guarujá, descansar um pouco e aproveitar o sol, enquanto ele ainda está solícito.

Portanto, blog temporariamente fora de serviço até segunda.

08 Março, 2007

Feliz Dia Internacional da Mulher!

"Mulher! Todos os homens te reverenciam no dia de hoje, pois eles nasceram do teu ventre.
Mulher! Além de toda a beleza e simpatia que irradia de ti, ofuscando o sol e a lua, levas dentro de ti a semente que provê a vida. Tu és o mais belo e perfeito pensamento de Deus. De teu íntimo brota a força amorosa que nutre, regenera e ressuscita.
Mulher! Neste dia todos te proclamam como a Senhora da Criação e da Beleza. Parabéns por hoje e todos os dias que iluminam nossas vidas."

Sobre Johnny Blaze, Real Madrid, chopp e pipocas

Cheguei agora pouco da rua.

Saindo do trabalho, me ocorreu a idéia de tomar um chopp. Como o caminho até o metrô passa por dentro do shopping, há um quiosque da Brahma que sempre passo em frente.

Ontem não resisti e resolvi tomar um legítimo chopp Brahma. Muito bom, parece que lava a alma. Lá há um baita telão, mas estava passando Malhação. Tomei um só e fui embora (quando pedi a conta quase caí para trás, apesar de ser o preço padrão).

Hoje, passando lá de novo, vi que estava passando o segundo tempo de Bayer de Munique e Real Madrid. Não resisti e pedi um chopp escuro para experimentar.

Show. O Real, que estava perdendo por 1 a 0, tomou outro gol do Bayer e quase leva uma traulitada dos alemães. Achou um gol de pênalti, sofrido pelo Robinho que estava no banco (técnico estúpido) e resolveu dar uma canseira no Bayer. O Kahn (lembram dele) segurou na boa e o Real foi eliminado.

Motoqueiro Fantasma
Fui embora e lembrei que era dia de cinema mais barato e que queria ver o Motoqueiro Fantasma. Fui conferir a história do espírito da vingança.


Me embananei comprando pipoca e refrigerante (não tinha ninguém para segurar) e quase vai saco, copo e Marcos para o chão do Cinemark. Seria a alegria de muitos se não tivesse um pouco de equilíbrio.

Quanto ao filme, Filmaço. Ao contrário de Borat, esperava coisa boa, apesar de ter um pé atrás com o Nicolas Cage.

Não que ele seja ruim, mas, na minha opinião, o Cage é para filmes água-com-açúcar.

Felizmente, me enganei miseravelmente.

O cara arregaça no papel do Ghost Rider e, apesar de algumas cenas serem no estilo “aconteceu por acontecer”, as legendas traduzirem o “rider” sempre como motoqueiro (vocês irão entender) e os sub-vilões serem fraquinhos, a história é bem amarrada, a mocinha (Eva Mendes) é um colírio para os olhos e você nem sente as duas horas passarem.

Resumindo, dou quatro estrelas e meia tranqüilo. Dos heróis menos famosos, até agora o melhor filme de todos.

Agora é esperar o 300. Acho que o filme que mais me despertou expectativa nos últimos anos. Mais que Borat, Homem-Aranha 3 e Piratas 3. E o melhor é estréia no meu aniversário.

Ah, e eu quero aquela moto animalesca do Johnny.

07 Março, 2007

Crônica de um fim de semana de verão

Ele não podia acreditar no que aconteceu. Era surreal. Beliscou-se até ficar marca. Mas era real. Ela ligou e falou que iria para sua casa. Sairia do litoral e iria visitá-lo na cidade grande.

Não era possível, fazia anos que não se falavam. A briga tinha sido feia e não havia espaço para reconciliações ou algo do tipo. A mágoa gerada e a cicatriz no coração eram irreparáveis para ambos os lados. Mas ninguém se lembrou disso.

Combinou de pegar ela no Metrô. Sabia que poderia explicar o caminho, mas recordou das ‘frescuras’ dela e que se tentasse explicar que teria que pegar três conduções e descer em algum ponto com referência, ela desistiria da idéia.

Com duas horas de antecedência já estava pronto. Barba feita, cabelo cortado, o perfume preferido dela e a melhor roupa.

Chegou cedo à estação. Ficou vendo revistas e jornais do dia, folheou um livro.

Passados quinze minutos do horário ela chegou. Problemas de trânsito na serra, alegou.

Estava linda, como sempre. Conversaram futilidades e se encaminharam para a casa dele.

No caminho falaram sobre faculdade, amigos que sumiram, com quem mantinham contato, como estava o trabalho, etc. Nenhuma palavra sobre o passado.

Ao chegarem no portão não resistiram e se beijaram. Entraram e ela elogiou o fato dele ser organizado, o quanto sua casa era aconchegante. Realmente, ele havia mudado muito.

Ele explicou que fora obrigado a se adaptar à força, que no começo foi difícil e que teve dificuldades para se virar sozinho.

Depois da conversa, ela explicou que precisava de um banho, pois estava cansada. Ele também havia tido um dia exaustivo e que também estava cansado.

Após o banho dela, ele também tomou uma ducha. Ao sair encontrou ela, mais linda do que nunca. Na sua cama.

Estava de lingerie provocante e perguntou, com voz suave, se não estava com saudades. Ele não pensou duas vezes e nem respondeu. A beijou dos pés à cabeça. Se amaram como a muito não faziam.

De manhã, ele acordou ela com beijos e um delicioso café da manhã. Tinha aprendido a acordar cedo no fim de semana e prepara o desjejum do jeito que ela gostava. Como uma criança, ela se espreguiçou e refletiu a luz do sol em seu sorriso. Não resistiram e se amaram novamente.

Passaram o dia juntos, como se fosse o último de suas vidas. Prepararam o almoço. Ela ajudou ele a lavar a louça e depois suas roupas. Assistiram filmes e se amaram novamente.

À noite chegou como num piscar de olhos. A lua, cheia e brilhante, refletia suas agonias de terem que se separar. Ela precisava voltar para a casa.

Foram até a estação, como se fosse para um funeral, tamanha a dor no coração. Se despediram com um longo beijo. Ninguém perguntou quando se veriam novamente e, durante o fim de semana, nada foi dito sobre o passado.

Ela precisava voltar para seu noivo, que estava chegando de viagem.

Ele acordou no dia seguinte com o celular tocando no modo despertador. Não sabia se havia tido um sonho ou se tinha sido real.

Na folhinha, a data indicava mais um domingo solitário.

Vózinha é condenada por porte de maconha

Além de fumar e usar como remédio terapêutico, também usava como tempero.
Vózinha gente boa essa.
E como esse povo britânico é chato.

Dormindo no ponto

Ando de um jeito que onde encosto, durmo.

Ontem quase fico roncando no vagão. Senão acordo com o grito do operador “Estação Terminal Corinthians-Itaquera” iria voltar para Barra Funda ou iria para a garagem. Aliás, estou vendo a hora em que vou acordar na garagem dos trens do Metrô ou no ponto final do ônibus do São Francisco, que nem sei onde fica.

Interessante também os outros passageiros não te acordarem no ponto final do Metrô.
Devem até esperar para ver se você não vai ficar lá e ser recolhido junto com os vagões.

Povinho hospitaleiro.

06 Março, 2007

Tipos de carro e a personalidade de quem os guia.

Hoje estou sem paciência para criar e elaborar textos complexos para o blog (sim, isso foi irônico).
Para não ficar sem atualização vai um textinho engraçadinho. Antigo, mas super-atual.

OPALA - Sinistro - Geralmente quem tem um "Opalão" tem também um revólver no porta-luvas. Nunca arrume encrenca com um cara que está atrás do volante de um Opala. As placas mais comuns destes carros tem origem de Guarulhos.

GOL / VOYAGE / SAVEIRO - Machão - O cara que tem um destes carros se acha... rebaixa a suspensão, coloca umas rodas que as vezes vale metade do preço do carro e sai na rua pensando que está dirigindo no mínimo um Lexus.

PASSAT - Mano - O indivíduo que possui um "passatão" é geralmente um rebelde: Primeiro o cidadão coloca a logomarca da Audi e depois aquele adesivãodo Racionais MC's por cima do insulfim G5 e não contente utiliza também: " Vai pensando que é boy..."

CHEVETTE - Mano 2 - Além das características do caro amigo acima, esse geralmente coloca um escapamento que faz mais barulho que uma Lamborghini.

OMEGA - Boy a fria - Como o preço destes carros hoje são equivalente ao do Fiat Uno, esses malucos são aqueles que tiram as molas do carro e colocam o banco do motorista quase no porta mala. Além disso, colocam aquele adesivo:" Quem gosta de motorzinho é dentista " - é o preferido dos "caras" da Z.L.

SANTANA - Véio - Sem comentários... é carro de tiozinho que fica jogando dominó na praça ou milho para os pombos.

UNO - Muquirana - É o popular dos populares. Caras que compram um carro deste porte, geralmente são aqueles que colocam R$ 5,00 de gasolina e querem andar o final de semana todo. Para equipar os possantes chegam a utilizar coisas grotescas como calotas de Mercedes ou derivados.

GOLF / ASTRA - Dois tipos: Boy (se o modelo for novo) ou Mano 3 (se for velho) - No primeiro caso, os caras abalam na madrugada e ainda pega todas as minas "gasolina" que preferem mais estar no carro do que com o cara; e no segundo caso, como nos outros descritos acima, o cara se acha e geralmente tem placa de Osasco.

S10 / DAKOTA / RANGER / FRONTIER / L200 - Inferiores sexualmente - Como diz a lenda: homem que tem carro grande geralmente possui um membro pequeno. Outra característica importante é que 90 % destes cidadãos gostam de ouvir música country e andam com chapéu de cowboy (às vezes de touro) e calças apertadas com cinto de fivela e camisa xadrez.

206 / CLIO / C3 - Metrossexuais - Aqueles que possuem esse tipo de veículo geralmente pega a mulherada porque elas gostam mais do carro do que do cara e eles acham que estão abalando. Geralmente são torcedores do São Paulo.

FUSCA / BRASÍLIA / 147 - Gaviões - Não precisa falar mais nada. Quando o Timão ganha um jogo, essa passa a ser a maior frota circulante da cidade. Muitas vezes os turrões amarram uma bandeira do time no teto do carro para não deixar os ferrugens a mostra.

FOX - UI UI UI - É o carro preferido dos travecos por ser "compacto para quem vê e GIGANTE para quem sente". Percebe-se que a cada ano aumenta a quantidade de boyolas na passeata da Av. Paulista e incrivelmente aumenta junto a venda do novo carro da VW.

CELTA - Moderninho - É o típico carro daqueles homens que não tiram o plástico do banco mesmo depois do carro ter virado o velocímetro. Esse veículotambém é muito visto sendo guiado por aqueles caras que usam camisetas do Superman ou estilo "Seu Madruga" e cabelo despenteado.

CLASSE A / SCENIC / PICASSO - Enganadores - São seres humanos com pinta de uma coisa, mas na verdade são outra. Tipo do cara que é arquiteto ou designer de interiores e se apresenta como engenheiro de construção civil.

KOMBI - Dá-lhe porco - São as preferidas dos palmeirenses por parecer um chiqueirinho. Também é muito utilizado por caras que não ligam a mínima para o veículo. A maioria tem uma chave de fenda como instrumento para deslocar os vidros laterais e são cheias de massa.

CORSA / KA / PALIO /FIESTA - Normalzinho - Esse é o carro do cara que possui pelo menos 10 características distintas (uma de cada grupo acima), mas por não ter personalidade definida, mistura de tudo. Na rua você vê esses caros com aerofólio; luz de neon e todo adesivado; como também vê velhinhos aposentados e por que não as mulheres que por não ter muita noção de trânsito preferem esses carros, afinal não quebram tanto e cada batida não sai por mais de uns trocados....

05 Março, 2007

Modorrento

Depois de um fim de semana ótimo, a segunda-feira começa modorrenta.

O dia parece que não acaba, além de esar um calor infernal.

Os blogs que leio, salvo um ou outro, estão com posts sem inspiração ou sem atualização há algum tempo.

As pessoas estão sem assunto para conversa, ou nem querem conversa.

E, no campo virtual, a situação está na mesma: nenhum mail, novidade... Nada!

Espero que a semana não seja inteira assim. Senão vai ser dureza.

02 Março, 2007

Bom fim de semana

Segunda o blog volta, ou em edição especial (do tipo fiquei em casa no fim de semana e não apareceu nada para fazer)

Notas

Dessa vez não tem jeito.

Vou descobrir SP na marra, esse fim de semana. Mesmo porque, o Vagner já desceu para Guarujá.

Se eu queria ir no Show do Roger Waters, não vou mais. Os ingressos "populares" já acabaram.

Em compensação, ontem começou a venda do Aerosmith. Se até semana que vem ainda tiver "pista", garanto o segundo show internacional da minha vida.

A Editora Três, da Quanto É, foi vendida para o banqueiro Daniel Dantas. Um tempo atrás, Dantas teve uns rolos com a justiça e a Isto É o defendeu com unhas e dentes.

Hoje acaba a Páginas da Vida. A primeira novela que o nome nada tem a ver com o enredo.

Guarujá passa a ter 29 bairros. Tenho pena de quem mora, no agora, Crumaú.

A Mega Sena pagará neste sábado 36 milhões. Ganhando, chamo todos para serem sócios em suas respectivas áreas.

Milhagem

Bem que podiam dar um cartão de fidelidades, estilo Smiles, para os usuários do Metrô.

Tenho até a seguestão do nome: Cartão Tatu.

01 Março, 2007

Recorde!

Com a última postagem de fevereiro, bati meu próprio recorde tendo 50 postagens no último mês. Superando as 41 do mês de maio do ano passado.

Se é muito ou pouco não sei, mas a promessa de fim de ano vai de vento e popa.

Pelo menos essa.

Sobre Borat, entrevistas e o Mc

Acabei de chegar do cinema.

Vida de solteiro é uma maravilha em alguns momentos e meio chato em outros.

Ir ao cinema sozinho é um deles. Apesar de gostar de fazer isso, de vez em quando, por conta da reflexão que faço vendo o filme e as pessoas.

Não foi nem um caso, nem o outro.

Como o shopping é do lado do trabalho, pensei que, dar algumas boas risadas, não faria mal. Como não conseguiria chamar ninguém a tempo, resolvi ir sozinho.

O filme, Borat, realmente é hilário, me mijei de rir, mas juro que esperei um pouquinho mais. Apesar do formato diferente, – falso documentário – saí do cinema com lágrimas nos olhos de tanto rir, mas com uma sensação de que poderia ser melhor.
Se fosse crítico de cinema daria quatro estrelas fácil.

Engraçado foi ser entrevistado por um repórter da rádio Jovem Pan, logo que acabou o filme. Nem tinha saído da poltrona e o cara voou com o gravador em cima de mim, perguntando o que tinha achado do “Segundo melhor repórter do Cazaquistão”. Deu saudades da época que eu fazia isso.

Entrevista feita, anotação tomada e fui para o McDonald’s, porque saco vazio não pára em pé.