01 Março, 2007

Sobre Borat, entrevistas e o Mc

Acabei de chegar do cinema.

Vida de solteiro é uma maravilha em alguns momentos e meio chato em outros.

Ir ao cinema sozinho é um deles. Apesar de gostar de fazer isso, de vez em quando, por conta da reflexão que faço vendo o filme e as pessoas.

Não foi nem um caso, nem o outro.

Como o shopping é do lado do trabalho, pensei que, dar algumas boas risadas, não faria mal. Como não conseguiria chamar ninguém a tempo, resolvi ir sozinho.

O filme, Borat, realmente é hilário, me mijei de rir, mas juro que esperei um pouquinho mais. Apesar do formato diferente, – falso documentário – saí do cinema com lágrimas nos olhos de tanto rir, mas com uma sensação de que poderia ser melhor.
Se fosse crítico de cinema daria quatro estrelas fácil.

Engraçado foi ser entrevistado por um repórter da rádio Jovem Pan, logo que acabou o filme. Nem tinha saído da poltrona e o cara voou com o gravador em cima de mim, perguntando o que tinha achado do “Segundo melhor repórter do Cazaquistão”. Deu saudades da época que eu fazia isso.

Entrevista feita, anotação tomada e fui para o McDonald’s, porque saco vazio não pára em pé.